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lunes, 21 de noviembre de 2011

Marcha das Vadias na USP/ Canegrada Unificada pelo Fim da Violência contra mulheres!


DATA: 25/11/2011
local: CRUSP - Conjunto residencial da USP- Cidade Universitária/SP (pegar o ônibus Butantã-USP)
14:00hs â•„ Debate Intolerância religiosa, racismo e violência contra mulheres. Com a Mãe Oyacy do terreiro Ilê Asé de Yansã e Patrícia Ferreira e Silva- mestranda em antropologia social USP (local: Sala 51 da AmorCrusp- terreo do bloco F/CRUSP)
16:00hsâ•„Concentração Marcha das Vadias na USP. 
Festa um ventre livre para todas!
19:00hsâ•„ Espaço para performances/ Microfone aberto para mulheres
22:00hs â•„show: Os opalas Samba Rock Soul
24:00hs â•„Show: Bebel Du Guetto. hip hop carioca
02:00hs â•„Show: Bom q Dói. música Maranhese

sábado, 5 de noviembre de 2011

Estreia do documentário 'Leite e Ferro'


“Leite e Ferro”, dirigido por Cláudia Priscilla, retrata o cotidiano no extinto Centro de Atendimento Hospitalar à Mulher Presa (CAHMP), uma instituição em São Paulo que abrigava mulheres em fase de aleitamento após darem à luz.
O documentário estreia no dia 25 de novembro, no Espaço Unibanco de Cinema, na cidade de São Paulo.
As filmagens do documentário aconteceram durante um mês do ano de 2007, no Centro onde se encontravam 70 mães e 70 crianças. Mas, o CAHMP foi fechado há quase dois anos e as presas, realocadas em centros hospitalares.
O filme foi premiado como melhor documentário e melhor direção de documentário no Festival de Paulínia/SP. Também conquistou, em 2011, o Grande Prêmio na Mostra Competitiva Internacional e Destaque Feminino na Competitiva Nacional do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino.
Mais informações: http://leiteeferro.wordpress.com/

viernes, 2 de septiembre de 2011

"Eu não preciso falar que eu sou branca, cara, eu sou Latina!" Ou a complexidade da identificação racial na ideologia de ativistas jovens (não)brancas


SciELO - Scientific Electronic Library Online

Cadernos Pagu

versión impresa ISSN 0104-8333

Resumen

HUIJG, Dieuwertje Dyi. "Eu não preciso falar que eu sou branca, cara, eu sou Latina!" Ou a complexidade da identificação racial na ideologia de ativistas jovens (não)brancas. Cad. Pagu [online]. 2011, n.36, pp. 77-116. ISSN 0104-8333.  http://dx.doi.org/10.1590/S0104-83332011000100005.
Neste artigo procuro explorar a complexidade do processo de formação da identidade racial de mulheres, jovens ativistas (não)brancas em São Paulo. Levando em conta a interação do indivíduo com o mundo social, distingue-se a identidade racial apropriada da atribuída e a identidade racial individual da coletiva. Isso requer atenção para o papel da posição social racial, com as subsequentes vantagens raciais, para os sentimentos da ativista neste processo e para a influência mútua da heterogeneidade de identidade racial, do deslocamento da identidade racial e, por conseguinte, do papel da formação de identidade como estratégia de ideologia e práxis ativista.
Palabras llave : Identidade Racial; Feminismo; Ativismo; Branquitude; Ideologia.
        · resumen en Inglés     · texto en Portugués     · pdf en Portugués

lunes, 20 de junio de 2011

9ª Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de SP

Liberdade, Saúde e Autonomia - Conquistar direitos todo dia! 
Ser Lésbica é um Direito! Nós podemos muito mais!
25 de junho, às 12 h, na Praça Oswaldo Cruz - São Paulo - SP
Veja também a programação da 9ª Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de SP (25 de junho) e da 3ª Jornada Lésbica Feminista